Baralhada
Sinto-me assim estranha
Vazia, baralhada
sem norte, sem sul
Sem orientação
Sinto que me escapas pelos dedos...
Sinto que te estou a deixar partir...
Volto á mesma sem forças para levar-te
até á minha meta, até ao meu porto de abrigo.
Que vida a minha!
